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Operação contra sonegação cumpre mandados em 3 cidades em Minas. Ordens judiciais foram cumpridas em Resplendor

10 de abril de 2013

fachadampSete empresas e dois escritórios de contabilidade em Minas Gerais são alvos da “Operação Robusta”, coordenada pelo Ministério Público Estadual de Minas Gerais nesta terça-feira (9). São cumpridas ordens judiciais de busca e apreensão em Ervália e Manhuaçu, na Zona da Mata de Minas Gerais, e Resplendor, no Vale do Rio Doce. O objetivo é desarticular esquemas de sonegação fiscal praticados por empresas que comercializam café.

A ação é parte da Operação Nacional contra a Corrupção, que foi deflagrada pelo Ministério Público, em parceria com diversos órgãos, e deve cumprir mandados de prisão, de busca e apreensão, de bloqueio de bens e de afastamento das funções públicas em pelo menos 12 estados. O desvio de verbas públicas sob investigação ultrapassa R$ 1,1 bilhão. Leia mais.

Os investigadores em Minas esperam cumprir um mandado de prisão expedido contra um contador. De acordo com o Ministério Público Estadual, a “Operação Robusta” ocorre paralelamente no Espírito Santo e no Rio de Janeiro.

Em Minas Gerais, a operação é coordenada pelo Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa da Ordem Econômica e Tributária (Caoet), com o apoio da Promotoria de Justiça Criminal de Manhuaçu e da Polícia Militar, e conta com a participação 21 auditores fiscais, 21 policiais militares e três promotores de Justiça.

De acordo com o Ministério Público, foram identificadas operações simuladas de vendas de café de produtores rurais do Rio de Janeiro para Minas e Espírito Santo. Ainda segundo a investigação, empresas fluminenses emitiram, de 2009 a 2012, mais de R$2 bilhões em notas fiscais de café para os dois estados.

A Promotoria também afirma que o esquema gerou créditos ilícitos superiores a R$182 milhões, sendo R$43 milhões para empresas mineiras, a maior parte delas localizada em Manhuaçu.  A fiscalização descobriu que muitos dos estabelecimentos de café cadastrados em Minas não existiam ou não possuíam instalações que permitissem a movimentação declarada.

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