Débora Santos Lima, de 30 anos, foi morta a facadas na madrugada do dia 6 de abril, em Mundo Novo, a 462 km de Campo Grande. Segundo a Polícia Civil, o marido dela, Odair José de Oliveira Santos de 36 anos, foi detido como suspeito de cometer o crime.
A vítima chegou a ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros, mas não resistiu aos ferimentos e morreu a caminho do hospital.
Após matar a ex-companheira Odair pegou o seu filho de apenas 08 meses, Erick de Oliveira Lima, e também o matou, lançando-o por várias vezes contra o chão. Depois de matar a mulher e o filho o indivíduo tentou se matar tomando o veneno conhecido como “chumbinho”. sem o imediato efeito do veneno, ele tentou sair da residência e cambaleando foi socorrido por um popular que o levou ao Hospital da cidade, que ficava próximo a residência de Débora. Chegando ao hospital o assassino contou então para uma enfermeira o ocorrido, que havia cruelmente matado a ex-mulher e o seu filho no banheiro de casa.
O suspeito fugiu do local, mas foi localizado às 2h20, pela Polícia Militar, em um táxi a caminho da BR-163. Ele jogou a faca nos fundos de um bar, próximo ao local do crime. A faca foi localizada e apreendida pelos policiais.
Ainda segundo a Polícia Civil, pouco antes do crime, por volta das 23h do dia 5, o suspeito tinha sido levado para a delegacia por agredir um homem. Após ser liberado, foi para casa e começou uma discussão com a mulher. Ele esfaqueou a vítima duas vezes no tórax.
O caso foi registrado como homicídio doloso, quando há a intenção de matar, na Delegacia de Polícia Civil de Mundo Novo.
A notícia se espalhou pela cidade e a população extremamente revoltada quebrou as grades do hospital, invadindo o ambulatório e retirando o bandido para fora do local. Na ânsia de fazer justiça pelos crimes cometidos contra uma mãe e seu filho, o povo enfurecido espancou e apedrejou o bandido, e com ele ainda vivo atearam fogo ao seu corpo.
A Polícia Militar foi acionada, porém a população revoltada não deixou que os policiais se aproximassem, foi então pedido reforço ao PETO de Itapetinga, porém ao chegar na cidade já não havia o que ser feito pois o bandido já se encontrava sem vida. O povo foi sendo tomado pela revolta. O que o povo de Maiquinique quis foi apenas fazer justiça, num país onde essa palavra é totalmente inexistente. Odair que tentou se matar finalmente conseguiu o seu intento.





A sociedade já está farta de tanta injustiça e resolvem fazer justiça com as próprias mãos… Deveriam fazer isso com traficantes, políticos, estupradores etc, já que a polícia não pode fazer muito, por causa dos “direitos humanos”.